Aqui há uns tempos, confidenciou-me um amigo, que a sua mãe lhe vem a impor ao longo da vida diversas coisas, desde amizades, questões de trabalho, namoradas, e contou-me algumas peripécias.
Como não podia deixar de ser, esta cabecinha loura começou logo a magicar. Há mães e mães.
Há mães que ficam muito novas sozinhas com os seus filhos para criar, e que, sem se lamentarem, arranjam três e quatro trabalhos. Não pedem nada a ninguém. Lutam.
Não mandam os filhos trabalharem para elas, como forma de "agradecer" as propinas, a casa, a comida e a roupa lavada.
Não se põem a criticar a roupa dos amigos dos filhos, os seus sorrisos, as suas vidas, as suas escolhas. De igual forma, também nunca impõem a escolha dos mesmos, nem dos namorados, nem nada que o valha. Dão a sua opinião é certo. Aconselham. Mas sempre os deixam perceber por eles próprios, quem são as boas e as más pessoas. Quem tem boas e más intenções.
Sendo assim, também há mães que deixam os seus filhos "baterem com a cabeça". E quando tal acontece, lá estão elas, sempre com o ombro disponível. E efectivamente acontece. Uma vez, duas vezes, três vezes... Nunca dizem "Eu avisei..." Basta uma lágrima no canto do olho, e sem perguntas oferecem o seu colo.
Há mães que ensinam os filhos a serem genuínos. Ensinam que a vida não é só aparência. Que existe muito mais para além dos bens materiais. Essas mães sabem amar como ninguém.
Os filhos também conquistam a confiança das mães, e elas não os proíbem de sair, de viajar, de passar fins-de-semana fora. Elas sabem que a certa altura da vida, os seus rebentos ganham asas e voam.
Há mães e mães.E eu não posso deixar de pensar na sorte que tenho, porque de entre tantas mães, Deus escolheu a melhor de todas, para ser a senhora minha Mãe!

Há as mães galinha e as mães pata choca. A diferença está na noção que se tem...
ResponderEliminarAcho que há mulheres que nasceram para serem Mães. Que têm o dom de amar, e outras que, simplesmente, não sabem amar.
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