sábado, 17 de janeiro de 2015

"People are strange"...

Estava aqui a pensar para com os meus botões, o quão a mente humana é interessante. 

Há pessoas que parecem um livro e aberto e nos fazem logo perceber a sua essência. Há pessoas que se escondem, que gostam de segredos, mistérios e dificilmente sabemos o que vai na cabeça delas. E há  ainda pessoas que nos parecem uma coisa, mas que com o tempo se acabam por revelar outra bem diferente.

É certo que somos todos diferentes, temos todos feitios diferentes, educações diferentes. Mas numa altura em que as notícias nos fazem perceber a fragilidade da vida humana, e em como tudo se resume a uma passagem, questiono-me porque não são as pessoas correctas umas com as outras.

Entre conversas e desabafos com amigos, ouvem-se as mais variadas estórias, e confesso que algumas revelam até, uma certa crueldade. 

Pessoas que fingem serem solteiras, que vivem vidas duplas, para somar conquistas. Pessoas que passam a vida a humilhar os outros, "estás gorda", "não fazes nada de jeito", "se te visse assim na rua fugia de ti". Homens que não permitem aquela cor de verniz, ou aquela roupa mais curta. Chamam-se nomes, agridem-se fisicamente. Enfim, uma panóplia de situações.

No fim, auto-estimas perdidas, traumas que perseguem por vários meses ou até anos, depressões, terapias, tristeza.... Tempo perdido. 


O tempo é escasso e é preciso aproveitá-lo bem. Fazer o bem ao próximo e a nós mesmos. Viver intensamente sem que, para isso, tenhamos de prejudicar alguém.  

Tudo isto acontece em parte, também porque não nos sabemos valorizar, porque misturamos uma quantidade de emoções. Misturamos o amor que sentimos pelo outro, com o amor que sentimos por nós próprios. deixamos que um anule o outro. Temos demasiado Medo.



Lembre-se que é sempre possível mudar. Que "nada se perde, tudo se transforma". Mas agora isso ficará para outro artigo... :) 









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