domingo, 22 de fevereiro de 2015

Os Gestores Portugueses, ou não?

Ao decidir Criar e Gerir uma Empresa, o Gestor assume forçosamente uma grande responsabilidade para com todos os Stakeholders.

Ser Gestor implica o cumprimento de leis, códigos organizacionais, normas, padrões éticos e comunitários, assim como princípios de boa governança. Ser Gestor implica, não só Gerir um Negócio, como Gerir Pessoas

Como estudante que fui de Gestão, e estudante que sou de Contabilidade, observo pelas conversas que vão surgindo nas aulas e com colegas, que a maior parte dos nossos Gestores, infelizmente não tem capacidade para Gerir nada, se não as suas próprias Contas Bancárias.

Usam e abusam das suas empresas, para poderem sustentar os seus luxos, sejam eles de vestuário, calçado, viagens, jóias e afins, e no fim ainda ficam surpreendidos pelas suas empresas irem à falência.

Uma empresa não é o que ela vive num determinado momento, mas sim a sua história desde que nasceu. E a sua existência só faz sentido, com vista à sua continuidade

É verdade que passamos por um momento menos bom em Portugal. Os impostos aumentam, as Receitas de cada um de nós diminuem devido aos cortes salariais, pelo que também é certo que automaticamente os gastos de cada um também diminuem, o que não faz de todo mover a Economia. E isto é como uma bola de neve. 

E é aqui que entra a palavra CRISE.  A desculpa para todas as dificuldades e problemas, que até então não existia.

E a Crise serve como desculpa para tudo. Para não pagar aos funcionários a tempo e horas, para não vender, para não comprar, ao fim ao cabo, para não existir.

Caro Gestor, é tempo de parar de pensar no seu próprio umbigo e começar a GERIR! Acorde! Olhe que o que é hoje verdade, amanhã não se sabe ... 








sábado, 17 de janeiro de 2015

"People are strange"...

Estava aqui a pensar para com os meus botões, o quão a mente humana é interessante. 

Há pessoas que parecem um livro e aberto e nos fazem logo perceber a sua essência. Há pessoas que se escondem, que gostam de segredos, mistérios e dificilmente sabemos o que vai na cabeça delas. E há  ainda pessoas que nos parecem uma coisa, mas que com o tempo se acabam por revelar outra bem diferente.

É certo que somos todos diferentes, temos todos feitios diferentes, educações diferentes. Mas numa altura em que as notícias nos fazem perceber a fragilidade da vida humana, e em como tudo se resume a uma passagem, questiono-me porque não são as pessoas correctas umas com as outras.

Entre conversas e desabafos com amigos, ouvem-se as mais variadas estórias, e confesso que algumas revelam até, uma certa crueldade. 

Pessoas que fingem serem solteiras, que vivem vidas duplas, para somar conquistas. Pessoas que passam a vida a humilhar os outros, "estás gorda", "não fazes nada de jeito", "se te visse assim na rua fugia de ti". Homens que não permitem aquela cor de verniz, ou aquela roupa mais curta. Chamam-se nomes, agridem-se fisicamente. Enfim, uma panóplia de situações.

No fim, auto-estimas perdidas, traumas que perseguem por vários meses ou até anos, depressões, terapias, tristeza.... Tempo perdido. 


O tempo é escasso e é preciso aproveitá-lo bem. Fazer o bem ao próximo e a nós mesmos. Viver intensamente sem que, para isso, tenhamos de prejudicar alguém.  

Tudo isto acontece em parte, também porque não nos sabemos valorizar, porque misturamos uma quantidade de emoções. Misturamos o amor que sentimos pelo outro, com o amor que sentimos por nós próprios. deixamos que um anule o outro. Temos demasiado Medo.



Lembre-se que é sempre possível mudar. Que "nada se perde, tudo se transforma". Mas agora isso ficará para outro artigo... :)